O mosquito
transmissor da dengue, Aedes Aegypti, provavelmente chegou ao Brasil no período
colonial através dos navios negreiros. A dengue não é uma doença nova, o
primeiro caso conhecido foi no sudoeste asiático só depois do século XX, porém
é datado que já haviam lugares que sofriam pela peste no final do século XVIII.
Esse animal tem a capacidade de se adaptar a novos
ambientes e venenos. As condições para que o ovo possa eclodir seria em um
local de calor e umidade, um dos motivos que os países tropicais sofrem com
mais frequência. As mortes aumentaram 29% entre 2014 e 2015, gerando 460,5 mil
infectados segundo o Ministério da Saúde. A prevenção para a diminuição desta doença seria a
erradicação de focos do mosquito. É papel dos estados e municípios, por lei,
atuarem no desenvolvimento de ações voltadas a prevenção de doenças, porém, as
prefeituras não fazem um trabalho completo fazendo com que as prevenções acabem
sendo efêmeras. É necessário que a política pública relate mais casos nas
campanhas para demonstrar que a situação em que a sociedade deste país se
encontra é preocupante.Não pode se transferir toda responsabilidade para
o governo pois o verdadeiro atuante é o cidadão. O noroeste paulista é uma das
áreas mais afetadas pela dengue, deixar água parada em pneus, vasos ou algum
objeto que possa ajudar na reprodução do mosquito só piora a estabilização da
saúde que é dependente da sociedade. Por derradeiro, como no combate a varíola pelos
Estados Unidos da América, o Brasil tenta desenvolver vacinas e venenos
específicos que tentariam livrar a nação do futebol desta praga. Desde 2014 o
número de casos vem sendo reduzido em algumas regiões do país, como o Sudeste e
o Centro-Oeste que obtiveram resultados generosos.
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