quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Redação: Dengue

O mosquito transmissor da dengue, Aedes Aegypti, provavelmente chegou ao Brasil no período colonial através dos navios negreiros. A dengue não é uma doença nova, o primeiro caso conhecido foi no sudoeste asiático só depois do século XX, porém é datado que já haviam lugares que sofriam pela peste no final do século XVIII. 
Esse animal tem a capacidade de se adaptar a novos ambientes e venenos. As condições para que o ovo possa eclodir seria em um local de calor e umidade, um dos motivos que os países tropicais sofrem com mais frequência. As mortes aumentaram 29% entre 2014 e 2015, gerando 460,5 mil infectados segundo o Ministério da Saúde. A prevenção para a diminuição desta doença seria a erradicação de focos do mosquito. É papel dos estados e municípios, por lei, atuarem no desenvolvimento de ações voltadas a prevenção de doenças, porém, as prefeituras não fazem um trabalho completo fazendo com que as prevenções acabem sendo efêmeras. É necessário que a política pública relate mais casos nas campanhas para demonstrar que a situação em que a sociedade deste país se encontra é preocupante.Não pode se transferir toda responsabilidade para o governo pois o verdadeiro atuante é o cidadão. O noroeste paulista é uma das áreas mais afetadas pela dengue, deixar água parada em pneus, vasos ou algum objeto que possa ajudar na reprodução do mosquito só piora a estabilização da saúde que é dependente da sociedade. Por derradeiro, como no combate a varíola pelos Estados Unidos da América, o Brasil tenta desenvolver vacinas e venenos específicos que tentariam livrar a nação do futebol desta praga. Desde 2014 o número de casos vem sendo reduzido em algumas regiões do país, como o Sudeste e o Centro-Oeste que obtiveram resultados generosos.

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